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Os Zebras e os Poucas-Sombras

By Leonardo Salo | November 20, 2008

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Os Zebras e os Poucas-Sombras

Identificado como um país de oportunidades, acolhedor por natureza e com fama de terra libertadora, o Brasil ainda sofre de um mal difícil de ser curado: uma população cheia de preconceitos ocultos.

EsUm desses temas é abordado com maestria pelo escritor Júlio Emílio Braz. Tratando de forma sutil o assunto, ele retrata na fábula Os Zebras e os Poucas-Sombras”, um mundo que é possível ver a olhos nus, mas que ninguém admite que exista. Conviver com opiniões, pessoas, estilos e, raças diferentes requer um pouco mais do que boa vontade…

Crítico mordaz da atual sociedade, Braz se considera alguém em constante evolução. “O autor é por ofício um mimetizador de sentimentos alheios, ou seja, ele faz por meio de seus textos o que a maioria não faz no seu dia-a-dia, que é colocar-se no lugar do outro. O que expus no texto são as impressões de muitos que vivenciaram tal situação. Discriminar por qualquer motivo é odioso e ser discriminado é uma experiência, sob todos os aspectos, marcante.

Ainda segundo o autor, “preconceitos e intolerâncias podem ser criados, mas só se acabam por atos e gestos, e não pela força de leis. Eliminá-los não é tarefa só dos governos, mas dos agentes fomentadores de tais coisas, ou seja, algo que depende de todos. Como escrevi para crianças, preferi a alegoria e a sutileza; criança é tudo de bom”, relata.

Sobre o autor

Júlio Emílio Braz escreve há 20 anos. É mineiro de Manhumirim e iniciou sua carreira como roteirista de histórias em quadrinhos, publicadas no Brasil, Portugal, Bélgica, França, Cuba e Estados Unidos. Autor de mais de cem100 títulos, recebeu o Prêmio Jabuti, em 1988, pela publicação de seu primeiro livro infanto-juvenil Saguairu (1997), ganhou o Australian Childreen Book Award, na Áustria, pela versão alemã do livro Crianças na Escuridão (Kinder im Dunkelm), e o Blue Cobra Award, no Swiss Institute for Children´s Book. Em 1990, escreveu roteiros para o programa Os Trapalhões, da Rede Globo, e algumas mini-novelas para a televisão pParaguaia.

FONTE: divulgação

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Entrevista: Erik Trunkl, administrador do site www.cyndilauper.com.br

By Leonardo Salo | November 18, 2008

Erik Trunkl é administrados do site www.cyndilauper.com.br , um dos mais completos sites sobre a cantora Cyndi Lauper em todo o mundo.

 

Salo: Qual a sua participação no cyndilauper.com.br?

Erik: A minha participação no site CyndiLauper.Com.Br é total. Cuido desde cadastramento de fontes de pesquisa, criação e edição do portal completo e todos os componentes dele, cuido um pouco dos e-mails que chegam para nós e de toda a gestão dos conteúdos do site, ou seja, tudo. Conto com a colaboração de duas grandes pessoas, Thiago, que é meu sócio e parceiro e Verônica que é uma grande amiga. Todos fãs e extremamente dedicados à Cyndi Lauper.

 

Salo: O que te motivou a fazer parte dessse projeto?

Erik: Um dado momento eu estava passando pelo canal VH1 e estava com o clipe “Into The Nightlife” sendo exibido e gostei do som. Eu estava totalmente perdido quanto ao assunto Cyndi Lauper pois me desliguei de músicas e ídolos devido a Universidade de Direito tanto que minha amiga disse: “Ela não morreu?”. Foi um riso só. Ao me deparar com o retorno fantástico de Cyndi Lauper, com sua determinação e com a qualidade do novo álbum decidi: “os brasileiros precisam de um grande portal e não somente isso, que seja confiável e único.” E então comecei a criá-lo!

 

Salo: Qual a proposta do site?

Erik: A proposta principal do site é levar aos internautas e fãs de Cyndi Lauper todas as informações sobre ela, sua carreira, sua vida (sem invasão), seus shows e tudo que for relacionado à Cyndi Lauper, tal como participações, entrevistas e muito, muito conteúdo sobre Cyndi Lauper que muitos a gente não consegue colocar no ar devido a quantidade de coisas por dia à serem publicadas e feitas. Além disso, sempre foquei em qualidade, um site limpo, livre de publicidade e livre de códigos maliciosos, isso eu acho que é o principal e a qualidade no atendimento ao fã, que é sempre respondido em poucas horas.

 

Salo: Há algum diferencial entre o Cyndi Lauper.com.br e outros fansites da Cyndi e/ou de outros artistas?

Erik: Creio que todos nós trabalhamos para um ideal: Cyndi Lauper. Porém há sim diferença. Alguns sites focam mais na vida artística, outros na pessoal, alguns, infelizmente, chegaram à copiar nosso conteúdo ilegalmente e colocar em seus sites como se fossem deles. Então há sim muita diferença, principalmente no caráter de conduta de administradores. O que nos inspira é sempre fazer melhor do que qualquer outro, em todos ou pelo menos na maioria dos aspectos, tanto de Layout, como de linguagem, disposição de informações, cobertura. Tudo.

 

Salo: A vinda de Cyndi Lauper ao Brasil ajudou a divulgar o site ou o site ajudou a divulgar a vinda de Cyndi ao Brasil?

Erik: Um pouco dos dois. Quem não conhecia o site, procurava em qualquer buscador digitando: “Cyndi Lauper” e tinha/tem nosso site nos primeiros 5 lugares da primeira página. Quem já conhecia, ficava sabendo dos shows, das primeiras informações e até mesmo de informações em primeira mão conosco. Então acho que foi uma troca ou uma divulgação mútua. E, a partir do momento que o site já era conhecido, se tornou referência em toda a internet pois temos fãs e visitar de países como: toda América Latina, Europa, EUA, Canadá, Japão e até mesmo da Rússia.

 

Salo: Pesosalmente como você avalia a atual fase da Cyndi Lauper?

Erik: Pessoalmente falando, como Fã, eu acredito que Cyndi Lauper está em uma ótima fase mas poderia estar melhor. Seu CD: “Bring Ya To The Brink” está melhor cotado do que de outras/os cantores e possui maior porcentagem de aprovação em comparação à CDs lançados no mesmo período e de rítmo parecido. Falando como analista e como uma pessoa que procura saber de Cyndi Lauper a cada dia e só não sei mais pois não estou com ela, pois é tanto conteúdo, que ela tem hoje plena capacidade de realizar uma Mega Turnê mundial, de lotar estádio de futebol para 45 mil pessoas, pois as músicas são incríveis e menos cansativas.

 

Salo: Porque a cantora é tão pouco divulgada no país?

Erik: Creio que não seja apenas no Brasil que isto ocorra, mas sim em muitos outros países. Em toda América Latina e até mesmo na Europa e Oceania. Até mesmo nos Estados Unidos só não ocorre menos divulgação pois Cyndi Lauper canta em casas noturnas e faz vários shows abertos e fechados, ou seja, ela é mais ativa do que nos é apresentado, mas na realidade, não há interesse muitas vezes do público, de emissoras de televisão, rádio e até mesmo canais que sobreviveram de Cyndi Lauper por um bom tempo como a MTV. A pouca divulgação também se dá às grandes lacunas entre um CD e outro de lançamento, isso faz com que as pessoas lembrem e esqueçam, lembrem e esqueçam e o brasileiro não tem o hábito de ficar guardando muito artistas que não são de seu pleno interesse. O público de Cyndi Lauper é um público mais selecionado e por esse motivo, no país possa haver pouca divulgação.

 

Salo: O que é ser fã pra você?

Erik: Ser fã é algo complicado, realmente. Não há um perfil único de Fã. Há fãs mais discretos e fãs mais calorosos, há fãs que só de ouvirem no MP4 todos os dias, já é suficiente, outros, o limite é o céu. Não há então um perfil exato, mas Fã que é Fã é aquele que não é cego, ou seja, o artista pode ter problemas e milhões de defeitos, mas você tem de reconhecer isto. Um exemplo bom é: Amy Winehouse, não adianta ignorar todos os problemas do artista somente por que você é Fã, não, é justamente seu papel apoiar, reconhecer e tentar ajudar, na escala possível seu artista, nem que seja comprando seu CD original. O perfil que eu vejo que é “ideal” seria aquele que conhece seu artista, vida, e carreira e compra suas obras originais para ajudar o artista, pois com a internet eles são o que menos recebem e, mesmo com você comprando, eles recebem muito pouco, então, comprando e ajudando, é a melhor forma de manter o artista vivo e com motivação. Aí o Fã entra com os “adendos”, como Cartazes, Pôsters, Papéis de Parede e assim por diante.

 

Salo: Ok, obrigado pela entrevista e te deixo à vontade para fazer suas considerações finais aos leitores do Lote Cultural:

Erik: Gostaria de falar para os internautas que navegam pelo Lote Cultural que este é um grande projeto e que é idealizado por uma pessoa que gosta do que faz. Quando recebi o convite para esta entrevista, fiquei muito feliz com o reconhecimento e falo para vocês, contribuam, ajudem, visitem, dêem sugestões. A internet é o maior banco de dados do planeta, mas é também a maior lixeira do mundo, faça da intrnet através de sites como o Lote Cultural, um local saudável e com qualidade. Cultura não é coisa de gente “estudada” ou parecidos, cultura é para todos e tem de ser. Aproveite!

Gostaria de agradecer à todos os Fãs e admiradores de Cyndi Lauper que contribuem e contribuiram com nosso site, sejam com matérias, sugestões, imagens e tudo mais. A participação de vocês é fundamental. Gostaria de agradecer aos sites parceiros como o Lote Cultural pelo apoio e divulgação, pois não divulgamos apenas nosso site, mas sim Cyndi Lauper. Agradeço também à equipe que tem me ajudado como o Anderson Jackle, peça fundamental nos artigos e notícias hoje do site, hoje, nosso maior redator. E um agradecimento especial ao meu parceiro e sócio Thiago e minha grande amiga Verônica, que me ajudam e me apoiam com o site, o projeto e tudo que faço e fazemos por Cyndi Lauper. Muito obrigado à todos vocês, vocês são o máximo!

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Recordar é viver: entrevista com Oswaldo Montenegro

By Leonardo Salo | November 16, 2008

 

Mais de 25 anos de carreira e suas músicas seguem cada vez  mais atuais, afinal de contas a boa música não envelhece. Há 4 anos atrás, Oswaldo Montenegro rrealizou uma curta temporada no Teatro Municipalde Niterói. Na ocasião, conversei um pouco e fiz algumas perguntas para o cantor:

 

Qual a importância dos festivais sua vida?

Oswaldo Montenegro: Representou a oportunidade de ser veiculado para um grande público. Eu tinha até então uma imagem para a minha gravadora de um artista que não era popular, um artista que seria restrito a um público mais intelectualizado. E o festival era um instrumento, uma maneira que a gente tinha de tornar essa música mais popular e deixar que o povo, que o público julga-se o que é popular ou não, quer dizer de certa maneira ele é até cruel tanto para o artista quanto para o público, que haja entre o público e o artista uma teia que vai julgar se uma música é popular ou não. O festival deixava apresentar direto para o público, portanto sem esse crivo anterior. A primeira música minha que lancei como compositor num festival foi “Bandolins”, que era para a gravadora uma música inviável comercialmente falando. Então, o festival para mim foi muito importante, não sei se hoje ele poderia cumprir a mesma missão, os tempos são outros, as mídias são outras, mas naquela época foi muito importante.

 

O que você acha do cenário musical atual no Brasil?  

Oswaldo Montenegro: Eu acho o cenário muito interessante, porque o Brasil é muito interessante. Agora, nem sempre o cenário mais interessante é o que está apresentado pela mídia de massa. Mas em geral, eu acho que o Brasil é um país que tem muitos talentos, porque tem uma miscigenação cultural muito forte.

 

Mas suas músicas continuam atuais…  

Oswaldo Montenegro: A maioria continua atual, porque eu nunca fui um observador político factual, eu nunca escrevi sobre a notícia do dia.  Eu sempre escrevi coisas que estão sempre no ser humano, que sempre estarão, histórias que eu vi por aí.  Então, por exemplo, “Bandolins” é uma mulher completamente sozinha, surtada achando que está acompanhada.  Eu escrevo sobre arquétipos, sobre símbolos. Raramente eu escrevo sobre a notícia do dia.  Como por exemplo, eu nunca escrevi sobre a Guerra do Vietnã, que depois ia acabar e deixar de ser atual.    Eu escrevo muito mais sobre o que vejo por aí.

 

O que você acha de programas como Raul Gil e Fama?  

Oswaldo Montenegro: Eu acho que qualquer programa que incentive a abertura de espaço para um artista novo é um programa bem vindo, é um programa bacana. Agora, a necessidade de impressionar o jurado, de ser bonzinho, ou de corresponder à expectativa dos juízes pode fazer com que o artista ao invés de botar a sua marca, tenha uma necessidade de mostrar dotes musicais ou vocais. Eu acho que o artista não é um animal de circo, ele é porta-voz do sentimento humano. Eu falo isso, porque no início da minha carreira era uma pessoa que me exibia ou tentava me exibir, depois eu via o quanto estava errado. Eu acho que no programa de calouros, quando a música é do calouro, ele quer mostrar a sua música, quando a música é de outro ele quer mostrar a sua voz, isso é perigoso. Eu acho que deveria ter uma orientação para a garotada que vai lá, para que fossem acima de tudo sinceros. A única coisa que pode fazer para que o artista tenha sucesso duradouro, é o artista ter a sua marca. Só se tem marca quando se é absolutamente honesto. Se você quiser imitar ou agradar alguém, você está lascado.

 

Teve algum fato nesses 25 anos que você gostaria de tirar da sua carreira?  

Oswaldo Montenegro: A minha agressividade no início da minha carreira.  Eu fui uma pessoa muito agressiva, eu era muito obcecado pela arte, eu perdia a cabeça.  Hoje em dia gosto de ser passional, mas no sentido da doçura.  Então eu tenho verdadeiro horror da época que eu fui uma pessoa agressiva.

 

Qual a sua relação com a leitura? 

Oswaldo Montenegro: A leitura substituiu a minha absoluta obsessão por ver filmes, mas eu sempre fui um leitor voraz.  Leio bem menos que eu gostaria, mas sou assíduo.  Eu acho que a leitura é legal, porque ela obriga o cara a imaginar, ela desfaz a possibilidade da preguiça.  Na televisão e no filme já vem tudo pronto.  Na leitura a gente tem que pensar, eu acho isso importante. Acho que devemos incentivar a leitura ao máximo. 

 

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Recordar é viver: Nektar em Niterói!

By Leonardo Salo | November 10, 2008

 


 

Há exatamente três anos atrás, a turnê brasileira do Nektar passou por Niterói, numa quinta-feira (10/11/2005), para a alegria dos fãs de rock progressivo na cidade. Aliás, vale ressaltar que graças à gravadora Rock Symphony, o lado de cá da baía pode de vez em quando assistir à uma grande apresentação de artistas internacionais. Desta vez, a “festa” foi em comemoração aos 10 anos do Rio ArtRock Festival.     

Com quase 40 anos de estrada, o Nektar iniciou suas “atividades” na Alemanha, em 1968. Por este motivo muita gente acredita que a banda é formada por alemães, mas na verdade, foi composta por ingleses e americanos. Nos anos 70, foi considerada uma das maiores bandas européias de Rock Progressivo. Em 74,  a banda gravou o álbum “Remember The Future”, que chegou a alcançar o 13º lugar nas paradas americanas. Aliás este disco é considerado como obrigatório em qualquer coleção de rock progressivo. Ao todo foram 15 álbuns lançados e a maioria está disponível no Brasil.

Mas antes do Nektar, a noite no TMNIT foi presenteada com o agradável som da banda chilena Jaime Rosas Cuarteto, formado por Jaime Rosas (teclados), Rodrigo Godoy (baixo, violão e voz), Javier Sepúlveda (guitarra) e Alex Von Chrismar (bateria). Com três anos de carreira, a banda é considerada por muitos a revelação do rock progressivo chileno em 2005.  Dentre as principais canções do show, destaco “Creciendo” e “El Mito Del Eterno Retorno”, que serviram de um bom aperitivo para o público que aguardava a grande atração da noite.

Após um pequeno intervalo, o Nektar subiu ao palco do TMNIT e foram ovacionados pelos fãs. Em sua primeira visita ao país, a banda aproveita a ocasião para divulgar o lançamento das edições nacionais dos dois de seus trabalhos: “A Tab In The Ocean” e “Remember The Future”.

Outro dia, estava vendo o Dinho Ouro Preto dar uma entrevista afirmando que hoje em dia muitos jovens montam bandas em busca do sucesso e não pelo prazer da música. Quando o Nektar entrou no palco, imediatamente tive a sensação de que os músicos da banda ali estavam simplesmente pelo prazer de fazer rock. Sobre o show, sem palavras. Foi uma brilhante e virtuosa apresentação de uma banda que não precisa mais provar nada para ninguém e segue sua carreira simplesmente fazendo boa música.

Os fãs ovacionaram o quarteto do início ao fim do show. O baixista Randy Dembo saudava a platéia em vários momentos, mostrando simpatia e atenção. O também simpático vocalista Roye Albrighton (com seus inseparáveis óculos) também estava visivelmente animado. O exótico tecladista e seu exótico órgão foram um show à parte e Ron Howden é um excelente baterista e levou muito bem todo o show.

Durante a exibição dos clássicos da banda, a platéia vibrava intensamente. Em “Remember The Future”, nós podemos presenciar um dos melhores momentos musicais que o Teatro Municipal de Niterói já teve. Enfim, foi um grande show! E o melhor de tudo é que este show foi gravado e provavelmente será lançado em DVD. Um grande presente para os fãs do bom e velho rock progressivo. 

 

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Elke Maravilha: bibliotecária?

By Lote Cultural | November 9, 2008

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Essa pouca gente sabe. Elke Maravilha já foi bibliotecária. A curiosidade foi revelada entrevista para o Jornal O Povo de Fortaleza.

O Povo - E o começo de sua carreira de artista, como modelo?

Elke Maravilha - Na realidade, eu nunca soube o que queria ser quando crescesse. Até hoje não sei, confesso. Agora: eu sempre soube o que eu não queria, graças a Deus! Meu primeiro marido, Alex, um grego - eu já casei oito vezes. Eu chegando no Rio, bom: em que vou trabalhar? Porque eu já tinha sido bibliotecária, em Atibaia. Era bibliotecária e professora da Alliance Française. Em Minas, fui professora de inglês e francês pra crianças, no Fisk e no Ibeu, e dava aulas particulares de latim. Também de alemão. Fui tradutora e intérprete na Siemens. Depois, fui secretária da Western Telegraph Company, uma firma inglesa de telegramas. Fui bancária também. Quando fiz 12 anos, meu pai virou pra mim, falou assim: - Te ensinei muitas coisas, muitas línguas. Então, agora, com o que eu te ensinei, você vai trabalhar, porque não vou te sustentar mais. Chorei dois dias, me senti tão rejeitada… E olhe que não sou de chorar, mas chorei. Então, arrumei um emprego. Claro que ele continuou me dando casa e comida. Sinto muito a falta dos pais de hoje em dia, que não fazem isso com os filhos. Os filhos estão muito mamonas, né? Isto é tão ruim. Saí de casa pra viajar pra Europa. Peguei 20 dólares que eu tinha, peguei um navio. Eu tinha 20 anos. O Alex, eu conheci no navio. Eu tinha uma vó na Alemanha, fui pra lá. Mas minha avó alemã e eu… Ela era ótima dona de casa e eu não. Eu tinha muita intimidade com minha avó mongol, morei com ela dez anos. A primeira vez que falei da minha avó mongol pra nordestino, me disseram, coitada. Rá-rá-rá! Não, gente, minha avó era mongol, a mongolóide sou eu! Convivi muitos anos com esta minha avó, ela morava com a gente. Era uma coisa, uma sabedoria.

Entrevista completa em: http://www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/718138.html

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Valesca da Gaiola das Popozudas participará de filme pornô. Carol Miranda diz que não gostou de “perder o selinho” na frente das câmeras

By Lote Cultural | November 6, 2008

Depois da notícia do ensaio fotográfico estilo “mulher virgem” de Ângela, Bismarchi, se comenta agora pelos jornais que a funkeira Valesca Santos, do grupo Gaiola das Popozudas participou de um filme pornô, da produtora Brasileirinhas.  No filme “Funk com a Gaiola das Popozudas”, Valesca canta versos eróticos, enquanto atores fazem sexo em um baile funk.

Valesca desfilará no carnaval carioca como rainha de bateria na Escola de Samba Porto da Pedra, de São Gonçalo. Recentemente a Mulher Melancia rejeitou o posto porque a escola de samba teria cobrado para que Melancia desfilasse na escola.

Falando nisso, foi publicada no EGO uma entrevista com Carol Miranda, em que afirma não ter gostado da experiência:

EGO - Carol, você era virgem e agora já fez dois pornôs, é isso mesmo?


CAROLINE MIRANDA
– Sim, mas isso já era previsto no contrato que assinei. Fiz algumas cenas para o primeiro filme, e mais coisas para o segundo, no qual eu perdi a virgindade.
Qual a diferença de tempo entre um filme e outro?

Foi de uma semana.

Mas você só perdeu a virgindade no segundo filme que se chama “Perdendo o selinho”?

Isso, na segunda semana.

E como foi?

Não tem muito o que contar. Só posso dizer que foi difícil fazer. Doeu muito. Fiquei nervosa.

Você se arrependeu em algum momento? Pensou em desistir?

Até hoje, às vezes, eu me arrependo um pouco. Mas se for pensar no cachê, não me arrependo, não.

Você já recebeu outras propostas para fazer um terceiro pornô?

Não recebi, mas mesmo se tivesse, não faria. Não gostei da experiência.

Você ainda pensa que tudo valeu a pena pela grana ou se pudesse voltar atrás não faria?

Acho que não faria, não. Foi bem difícil. Fiquei mexida por causa da minha família. Minha mãe ficou muito triste.

Mas ela não tinha apoiado?

Apoiou, mas ficou mal, ficou triste. Isso mexeu comigo. Ela ficou triste, mas continua me tratando normalmente, como filha. Ela  disse que não tem mais jeito, não tem como voltar atrás.
Essa reação da sua mãe que contribuiu mais para o seu arrependimento?

Sim, não queria que ela ficasse mal. Mas a experiência em ter que fazer pornô foi bem ruim também.

Rola algum constrangimento para você em ter que divulgar os filmes, já que está arrependida?

Vou ter que divulgar normalmente. Já fiz e tenho que terminar o trabalho. Isso é o de menos.
O cachê de R$ 500 mil foi para os dois filmes ou você ganhou mais pelo segundo filme?

O cachê foi pelos dois filmes. Assinei um contrato só.

Você já gastou o dinheiro do cachê?
Ainda não. Está guardado no banco.
Como você pensa em gastar essa grana?

Ainda não tenho planos para ela. Quero deixá-la guardada no banco por enquanto.
O que foi mais difícil fazer: o sexo anal do primeiro filme ou a perda da virgindade no segundo?

O anal foi bem mais difícil.
E você já teve outras relações sexuais depois do filme?

Sim, já fiz sexo depois do filme. Foi com uma pessoa com a qual estou envolvida.

Ele entendeu na boa o seu trabalho?

Não entendeu, não. Quando eu fiz, eu não estava com ele, mas ele não gostou da idéia. Ele já sabia quem eu era, mas não é uma coisa fácil de aceitar.
E você curtiu o sexo?

Sim, com ele foi mais bacana. Entre quatro paredes com duas pessoas apenas, o sexo foi bem melhor.
Como foi no set de filmagem? O ator com quem você contracenou teve cuidado com você?
Foi tranqüilo.

Entrevista completa aqui .

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Festa trash homegeará Cyndi Lauper em São Paulo

By Leonardo Salo | November 4, 2008

A Trash 80’s em parceria com o CyndiLauper.com.br estará realizando uma grande festa em homengagem a Cyndi Lauper na cidade de São Paulo.

Novembro marca a volta da diva Cyndi Lauper ao Brasil, nada mais justo que um tributo a ela. Além de focar a carreira da eterna garota espevitada do POP, a festa faz menção à importância da diversidade em todos os níveis, que ela retratou tão bem nessa década em "True Colors", turnê que fez ao lado de artistas como Erasure, The B-52s, Rosie O’Donnell entre outros.A  promoção é do CyndiLauper.com.br e Trash 80’s

O CyndiLauper.com.br irá sortear 8 pares de ingressos VIP para a festa que vai aconter no dia 15 de Novembro. Você pode concorrer a um destes oito pares e você leva um acompanhante, ou seja, você concorre ao seu ingresso +1 acompanhante, totalizando 16 pessoas VIP para a festa de Cyndi Lauper na Trash 80’s.

Além disto, na festa, para todo mundo será sorteado CDs do álbum "Bring Ya To The Brink" pela própria Sony BMG que está realizando esta grande e tão aguardada festa junto com a Trash 80’s e a Da1.

Informações da Casa

Diversidade ampla e irrestrita, para celebrar as cores, as raças, as diferenças, os excluídos socialmente, os que sofrem preconceito por serem "diferentes" de um Cyndi Lauper - Trash 80’s Vila OlímpiaCyndi Lauper - Trash 80’s Vila Olímpiamodelo imposto, que insiste em se perpetuar.

A Trash 80’s nasceu da união de diferentes classes sociais agregadas num pequeno hotel decadente no então marginalizado centro de São Paulo. A música pop dos anos 80 era expurgada e, pra quem vinha daquela década, somente os artistas cult e/ou alternativos tinham vez.

A caminho do sétimo ano, a festa celebra mais uma vez a diversidade, com uma programação que reúne negros, homossexuais, transexuais, heterossexuais, cadeirantes, portadores de deficiências diversas, ícones pop que fazem muito mais do que música e, claro, polêmicas que fizeram as pessoas repensar valores. Tudo de uma forma assumidamente divertida, nada careta, sem perder, no entanto, a consciência do papel que a Trash 80’s exerce nesse universo.

Serviço

Local - Trash 80’s Vila Olímpia - Hype Club
Endereço  - Hype Clube - Rua Quatá - 1011 - Vila Olímpia - São Paulo
Data e Hora  - Sábado, 15 de Novembro à partir das 23h
DJs Catatau, Tonyy, Wander Yukio e Zeezo
Hostess Tancinha por Darwin Demarch
Valor Normal R$ 30,00
Censura 18 anos

Com reserva, Lista de aniversário, Flyer ou Carteirinha de desconto ISIC/STB, R$ 20 até 1h00.
Para camarotes, ligue para (11) 7733-0995 ou (11) 5044-1010.

Descontos e lista amiga axcesse o site concorra a ingressos vip:

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PAlhaço Cocada fala sobre Dirce Migliaccio

By Leonardo Salo | November 3, 2008

A atriz Dirce Migliaccio, de 75 anos mora hoje no Retiro dos Artistas , Rio de Janeiro. O vídeo mostra um depoimento do Palhaço Cocada sobre esta famosa atriz. Cocada conversava com o pessoal do Fadas e Palhaços, durante uma visita do grupo ao Retiro dos Artistas.

DIRCE MIGLIACCIO

Atriz veterana dos palcos, cinema e televisão. Estreou no teatro em 1958 no papel de Terezinha em Eles Não Usam Black-Tie . Trabalhou em seu primeiro filme em 1962, sob a direção do irmão Flávio Migliaccio em Os Mendigos . No mesmo ano atuou no clássico de Roberto Farias O Assalto ao Trem Pagador . Em 1965 atuou na produção sueco-brasileira Mitt Hem Är Copacabana , de Anne Sucksdorf. Em 1966 trabalhou na comédia de Victor Lima Cuidado, Espião Brasileiro em Ação . A partir de 1965 atuou em diversas novelas da extinta TV Tupi: Paixão de Outono (1965), Nino, o Italianinho (Nena), Toninho on the Rocks (1970), A Selvagem (1971), e A Fábrica (Maria).

Em 1973 integrou o elenco de um grande clássico da televisão brasileira, a telenovela O Bem Amado , escrita por Dias Gomes, no papel de Judicéia, uma das ?Irmãs Cajazeiras?. Em seguida voltou ao cinema para atuar em: Nem os Bruxos Escapam (1975), de Valdi Ercolani, O Caçador de Fantasma , de Flávio Migliaccio (1975), Guerra Conjugal (1975), de Joaquim Pedro de Andrade, O Roubo das Calcinhas (1975), de Sindoval Aguiar e Braz Chediak, e Padre Cícero (1976), de Helder Martins de Soares. Em 1977 retornou à televisão para marcar época como a primeira Boneca Emília da série Sítio do Pica-pau Amarelo . Em 1980 voltou a viver Judicéia Cajazeira no seriado O Bem-Amado . Depois do fim da série, voltou a se dedicar ao cinema: Baixo Gávea (1986), de Haroldo Martinho Barbosa; Simão, o Fantasma Trapalhão (1988), de Paulo Aragão; e Buffo e Spallanzani (2001), de Flávio R. Tambelini.

FONTE: site do filme Sem controle .

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Leão de Judá Cola

By Leonardo Salo | November 3, 2008

Depois do Guaraná Jesus, que é bastante popular no Nordeste, uma inusitada novidade está chegando ao mercado brasileiro de refrigerantes, a Leão de Judá Cola. Quem está por trás do empreendimento é o empresário Moisés Magalhães, que é conhecido por seu trabalho no ramo de distribuição de refrigerantes.

Moisés optou agora em criar uma marca que estivesse ligada à ideologia de fé em que ele acredita, daí o nome da bebida ser batizada como "Leão de Judá Cola". A novidade deve chegar no mercado de São Paulo já em dezembro, com o 1º lote de 12 milhões de litros. Parte do lucro da venda do refrigerante será destinada à ações sociais.

Segue o site oficial do refrigerante: www.leaodejudacola.com/

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Recordar é viver: a entrevista coletiva de Reginaldo Rossi: lançamento do disco

By Leonardo Salo | October 31, 2008

 

Outubro de 2003. Reginaldo Rossi  lançava o disco “O Melhor do brega”, em um hotel da Zona Sul do Rio. Pois é, em 2003, os artistas ainda faziam coletivas de lançamento!

O cantor Reginaldo Rossi parecia tenso no começo da entrevista coletiva, realizada num hotel em Copacabana, Rio de Janeiro. Entretanto, entre um gole e outro de café, o Rei do Brega foi aos poucos se soltando e no final já estava brincando e contando piadas, assim como estamos acostumados a vê-lo na TV. O cantor é sinônimo de sucesso e perseverança, pois continua a manter seu estilo que é garantia de sucesso nas camadas populares da população. Confira abaixo, alguns trechos da coletiva:    

 

O NOVO CD

Reginaldo Rossi: Eu estou numa felicidade tão grande com esse cd… Porque eu queria fazer este disco há 10 anos e nunca podia fazer. Agora que eu saí da Sony para a Indie, eu disse: “vamos fazer um disco assim”. Então eles ditaram algumas coisas e eu ditei outras. Eu sempre quis cantar as músicas que o povo gosta de cantar. Nos shows, quando eu sentia que o clima estava caindo, eu cantava um sucesso: “seu guarda eu não sou vagabundo…” , então todo mundo cantava, eu animava o povo… Então eu fui pensando em várias músicas e pensei em fazer um disco melhor ainda. Na verdade, eu queria que este disco se chamasse “Músicas que o Povo Gosta de Cantar”, mas acabou saindo “O Melhor do Brega”. Eu pensei: já que era pra cantar as músicas que o povo canta agora, por que não cantar as músicas que o povo cantava há 5 anos atrás, como “Entre Tapas e Beijos”? E por que não cantar o que se cantava há 10 anos (Fogo e Paixão), há 20 anos ( Sorria, Sorria), há 40 anos (Oh! Carol)? Eu também fiz questão de gravar  “Eu Não Sou Cachorro Não”. Este disco foi gravado ao vivo numa casa chamada  Eucaliptus, em São Paulo e eu sou muito melhor ao vivo do que no estúdio. Este disco já saiu com mais de 100 mil cópias vendidas.

 

A RELAÇÃO COM AS GRAVADORAS

Reginaldo Rossi: Alguém pode ter medo de falar, mas eu não tenho. Até porque isso é um fato. Quem sustentava a EMI era o Agnaldo Timóteo, o Reginaldo Rossi, o José Augusto e outros. A gente não tinha coquetel de lançamento, não tinha nada. Há uma parte de artistas que fazem MPB que vendem muito pouco. O dinheiro arrecadado por nós, os bregas, ia pra estas pessoas. Vocês iam para o coquetel de Fulano de Tal, que vendia 3000 discos, enquanto nós vendíamos 300 000. “Garçom” vendeu 270 mil discos em 1986 e eu não tive o sudeste. Em 1995 a EMI relançou o “Garçom” e vendeu 400.000. Foi a música mais tocada no Brasil em 1999. INDIE Tá me dando um bom apoio. a Sony me dava um bom apoio, mas eu já tinha 8 anos lá e numa multinacional é muito difícil você conseguir falar com o dono. Na Indie eu falo com o dono.Quando eu lancei “A Raposa e as Uvas” em 1982, eu disse: “Esta música vende um milhão de discos.” eu era da EMI e ela não me trazia para o Sudeste. Eu gravei 10 discos na EMI e ganhei 10 discos de ouro consecutivos.

 

 

MON AMOUR, MEU BEM, MA FEMME

Reginaldo Rossi: “Nesse corpo meigo e tão pequeno, há uma espécie de veneno bem gostoso de provar.” A palavra meigo é muito comum para nós que estudamos um pouco, mas para o povão meigo não é tão comum assim. O povo canta: “Nesse corpo negro e tão pequeno”.  Eu já a gravei várias vezes e essa música tem 52 regravações. Em 1972 foi a música mais tocada no Brasil. Ela já foi regravada por vários nomes de peso… Há dois anos atrás, eu estava num aeroporto e encontrei a Cássia Eller. Ela chegou para mim e disse: “Rossi, eu vou gravar Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme”. Ela não teve tempo de regravar, mas a Gil da Banda Beijo gravou. Possívelmente ela seja mais forte do que o Garçom, isso é supreendente. 

 

 

 

O ROCK

Reginaldo Rossi: Pra mim eu ainda canto rock. O rock não entrou tão violento no brasil, quando começou a chegar o rock, Elvis já cantava baladas. O grande sucesso aqui era Diana. Era uma coisa romântica. Por outro lado, você tinha os Beatles quadradinho… Porque Beatles é quadrado, é brega total.Tanto que o sucesso dos Rolling Stones é justamente por serem os “anti-Beatles”. Enquanto Beatles entrava todo arrumadinho, cantando “All You Need Is Love”, tinha o Animals, que eram mais feios do que os Rolling Stones. E além de feios eles faziam caretas, para ficarem mais feios ainda… Então o que eu canto hoje é o que era rock para mim no passado. Quando Roberto Carlos começou, a gente fazia muitas versões de músicas americanas, isso era o rock, depois disseram que era iê-iê-iê e agora estão chamando de brega.

 

 

 

O REI ROBERTO CARLOS

Reginaldo Rossi: O Roberto tem uma generosidade tão grande… Eu me dou muito bem com ele. Quando uma vez Jonh Lenon disse que era mais conhecido do que Jesus Cristo, algumas pessoas não entenderam, mas o povo não sabe que na China há 2 bilhões de pessoas que não conhecem Jesus Cristo e conheciam Beatles. No Brasil, a onda era o Roberto Carlos. Quando eu vim para a jovem guarda em 1965 ou 1966, a cada 15 palavras que as pessoas falavam no Brasil, 8 eram o nome do Roberto Carlos. Em São Paulo, em cada esquina que virava, você dava de cara com um pôster do Roberto Carlos… Na volta dele agora, eu fui ao show que ele fez no Recife.Quando terminou o show, ele me chamou no camarim para conversar e eu tinha que ir para Manaus, mas como é que eu vou dizer não para o rei? Eu tive que pedir a alguém que falasse para ele que eu ia para Manaus…     

 

 

 

O BREGA

Reginaldo Rossi: Quem não bregar, tá morto, quem não brega não vende discos! A Marisa Monte ficou conhecida no Brasil todo com “Amor, I Love You”. Se você for a lugares remotos do Brasil, você vai falar de artistas que eles nunca ouviram falar. Quem não bregar não vende, o povão é bem maior do que a elite e a garotada de hoje é menos hipócrita do que antes, eles vão ao forró, eles dançam…

 

 

 

O CORNO

Reginaldo Rossi: Depois do Rossi, as pessoas falam mais corno, chifre; hoje é o que mais se fala na televisão. Já tem o bar do corno, o dia do corno, já tem tudo… O nome corno perdeu aquele peso que tinha. Há 20 anos atrás no Nordeste, quem chamasse o outro de corno estava se arriscando a levar uma facada. Hoje todo mundo brinca com essa coisa…  

 

 

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